JESUS HISTÓRICO
Uma contestação aos que atribuem a um mito a existência de Cristo
Escrevi esse artigo para aqueles que duvidam que Jesus seja o salvador, filho de Deus, o Deus encarnado. Escrevo não a partir da Bíblia, nem das próprias declarações de Jesus sobre si mesmo e das declarações dos escritores neo-testamentários, que seriam o suficiente para provar a existência de Cristo. Mas apresentar a Jesus como um homem que passou pela história. Interessante esse aspecto porque provando que Jesus não é um mito, seguimos no caminho para provar que ele é o salvador da humanidade.
Os pesquisadores históricos concordam que os que declaram que Jesus é um mito, é gente que não tem nenhuma autoridade para tal afirmação. Os historiadores e arqueólogos, na sua grande maioria, não concluem que Jesus Cristo foi um mito, ao contrário, nos seus estudos e pesquisas se deparam com muitas, mas muitas evidências as sua presença na história, tal qual mencionada nas escrituras bíblicas.
PARAGUAY PAÍS DE UM POVO ADMIRÁVEL
Um país especial para mim. Vejo nestes últimos anos, como cresceu o país e como cresceram os paraguaios. Cada país visitado tem sua peculiaridade, o Paraguai talvez não tenha uma geografia tão privilegiada como alguns países, mas têm um povo especial como poucos no mundo. É um povo hospitaleiro, amigo, carinhoso e dadivoso, sem falar nos cristãos.
O país tem quase oito milhões de habitantes, o admirável para mim, é ver como tratam de conservar uma riqueza cultural que é a língua Guarani. Eu amo ouvir, e até arriscar uma palavra aqui e ali, dessa jóia de língua, tão honrada pelos paraguaios. Muitos falam Guarani, alguém me comentou que é possível encontrar gente que só fala o Guarani e quase não entende ou fala o espanhol. O espanhol é a língua falada o guarani a língua amada. É uma parte tão importante da cultura, estuda nas escolas pelas crianças, até mesmo as mais pequenas, sabem usar o guarani para expressar-se em momentos especiais.
O Jesus Que Eu Nunca Conheci
O livro desvenda o Jesus brilhante, criativo, desafiador, intrépido, compassivo e imprevisível. Este livro revela ao leitor um Jesus diferente da figura apresentada nas escolas dominicais, diferente também do dócil e sorridente Salvador da Era Vitoriana inglesa e de todos os clichês culturais que abrandaram Jesus e o prenderam em diversas molduras religiosas.
A Igreja do Outro Lado
MCLAREN, BRIAN D.
A Igreja do Outro Lado’ aponta o caminho para uma ação séria e uma mudança profunda e libertadora. O leitor poderá descobrir a importância de redefinir a sua missão, encontrar novas maneiras de comunicar o evangelho e engajar-se na cultura atual com entendimento. Brian McLaren apresenta sugestões para navegar na direção de uma igreja vibrante, a fim de que possa alcançar e servir com convicção e confiança no novo mundo de hoje, que está em constante mudança.
O CRISTIANISMO E OS SIMBOLOS JUDAICOS
Creio que associar a fé cristã com símbolos é algo muito comum e até mesmo histórico na igreja. Infelizmente o comércio em torno desses símbolos se tornou um negócio rendoso, apoiado na debilidade humana da necessidade de ter algo que ver e tocar, para agregar a sua fé. Ter um símbolo de apoio a fé, é diferente de ter um símbolo como identificação da fé, como aconteceu na perseguição da igreja (64-90 D.C). Os cristãos para identificar-se, desenhavam no chão e nas paredes a figura representativa de um peixe. Até hoje colocamos um peixe estilizado em nossos logotipos, materiais gráficos e adesivos de autos, uma forma de identificação.
Mais tarde, na época de Constantino, a cruz tornou-se o emblema dos seguidores de Jesus. Embora o fato de uma pessoa carregar no peito uma cruz, não significa que seja nascido de novo, mas a usa apenas como uma identificação de uma fé que possivelmente não possua. É inerente ao ser humano buscar expressar sua fé através das coisas. Essa tendência idólatra envolveu inclusive o povo de Israel. Certa feita, Deus mandou Moisés construir uma serpente de bronze e colocá-la em um poste. O propósito era que o povo olhasse para ela e não morressem pela mordedura de serpentes venenosas enviadas por Deus a causa de sua murmuração. “O SENHOR disse a Moisés: “Faça uma serpente e coloque-a no alto de um poste; quem for mordido e olhar para ela viverá”. Moisés fez então uma serpente de bronze e a colocou num poste. Quando alguém era mordido por uma serpente e olhava para a serpente de bronze, permanecia vivo”. Números 21: 8,9
Sabemos que essa imagem era apenas um símbolo e algo que o povo deveria apenas olhar, não tocar, nem dirigir orações ou sacrifícios. No entanto mais adiante Ezequias rei de Judá começou a reinar, a Bíblia menciona que ele fez o que o Senhor aprova, um dos seus atos foi despedaçar a serpente de bronze que Moisés havia feito, pois o povo estava queimando incenso para ela. “Ele fez o que o SENHOR aprova, tal como tinha feito Davi, seu predecessor. Removeu os altares idólatras, quebrou as colunas sagradas e derrubou os postes sagrados. Despedaçou a serpente de bronze que Moisés havia feito, pois até aquela época os israelitas lhe queimavam incenso. Era chamada Neustã” (2Rs 18: 3,4).
VESTIMENTAS JUDAICAS
No desejo de se identificar com as raízes judias, muitos impõem à igreja evangélica símbolos, ritos, praticas e vestimentas relacionadas ao culto e a cultura judaica. É o caso, por
exemplo, do uso do “kipá”, um pequeno gorro circular, usado no alto da cabeça. Nos tempos de hoje o “Kipá” é parte da identidade nacional dos Israelitas.
O “kipá” foi uma imposição rabínica para simplificar o “Talit”. É usado como forma de cobrir a cabeça para esconder o pecado da presença de Deus. Para os Judeus entrar na presença de Deus com a cabeça descoberta é uma afronta. Ninguém pode orar ou ler a “Torá”, com a cabeça descoberta.
Os árabes também cobrem a cabeça para orar nas suas mesquitas. Nós, não nos cobrimos para orar, porque já não há pecado para esconder, Jesus Cristo nos libertou da maldição da lei e do pecado. “Cristo nos redimiu da maldição da Lei quando se tornou maldição em nosso lugar, pois está escrito: “Maldito todo aquele que for pendurado num madeiro”. Isso para que em Cristo Jesus a bênção de Abraão chegasse também aos gentios, para que recebêssemos a promessa do Espírito mediante a fé”. Gálatas 3: 13,14
OS SOFISTAS MODERNOS
Os sofistas eram mestres gregos surgidos no século IV. Eram considerados mestres do saber por alguns, por causa de seus discursos com um grande poder de persuasão. Para os sofistas “O homem é a medida de todas as coisas”.
Eles, os sofistas, tinham um poder fascinante nas palavras, viviam do poder do discurso persuasivo. Eles não se preocupavam se o que pregavam era verdadeiro ou não, era mais importante para eles convencer o ouvinte e tirar ganhos ou pagamentos por seus ensinamentos. Alguns dizem que eles tinham o poder através das palavras de dar ao que era falso, uma aparência de verdadeiro.
Outros tratavam os sofistas como alguém de uma classe barata de vendedores. Eles eram professores viajantes que por determinado preço, vendiam ensinamentos práticos de filosofia que consistiam em ajudar os seus ouvintes a defender suas próprias causas, mesmo que fossem erradas.
MARINGÁ (Paraná/Brasil)
Sem dúvida Maringá é uma das cidades mais bonitas do Brasil, uma grande cidade com 400 mil habitantes, embora seja relativamente nova, apenas 64 anos, seu desenvolvimento é notório. Como foi planejada desde seu fundamento, Maringá tem avenidas e ruas largas interligadas por rotatórias que facilitam e dão dinamismo ao trânsito.
Embora uma grande cidade, o que me inspira é a cara de interior que tem, por causa logicamente da imensa agricultura que há circunda. Essa possibilidade de estar em uma cidade grande e moderna e ao mesmo tempo, sentir-se no descanso e na tranqüilidade do campo, faz esse lugar especial para mim.
O nome da cidade surgiu de uma música sobre uma mulher chamada Maria do Ingá, segundo alguns com quem conversei . É bom conversar com o povo, a sabedoria popular é simples e romântica.
Maringá possui um parque belíssimo chamado, “Parque do Ingá”, um lugar com muita diversidade que conserva as características da região antes do surgimento da cidade, aliás, Maringá é considerada a cidade mais arborizada do Brasil.
EL EVANGELIO CARICATURA
Hay veces que se quiere ser ya tan “estratégico” en la predicación del evangelio y se cuida tanto de no “ofender” la creencia de otros que prácticamente ya no se nombra la Palabra ni se confronta el error. Recurrimos a estratégicas humanas y no damos espacio al poder del Espíritu Santo que convence de pecado y da la fe a través de la Palabra (Ro 10:17).
Tanto el que nunca quiere ofender como aquel que solo quiere confrontar necesitan del direccionamiento del Espíritu Santo. Dios no necesita nada más que Su Palabra para convencer y salvar al que está perdido.
¿COMO FUE LA PRIMERA NAVIDAD?
La historia lo encontramos relatada en los evangelios de Mateo 1:18-25 y Lucas 2:1-20
Philip Yansey en su libro “El Jesús que nunca conocí” nos relata: “No hubo fiestas. No hubo comilonas. No hubo fuegos artificiales, ni reuniones sociales, ni arbolitos de navidad, ni regalos, ni luces por toda la ciudad, ni tarjetas navideñas doradas, ni promos especiales en los lugares de compras, nada, absolutamente nada, solo una noche oscura, mesones repletos, falta de solidaridad, pastores sudorosos y somnolientos en una noche calurosa de Palestina, un establo, animales que con su respiración calentaban el ambiente, un pesebre, un niño envuelto en sabanas, un marido solo y desesperado, una joven que se convirtió en madre, y ángeles que adoraban.
La historia de por sí ya es muy contradictoria, loca, poco coherente y confrontadora, un rey que nace en un establo y
no en un palacio, un creador que nace de su creación, y el dueño de todos los soles del universo calentándose con el calor de la respiración de unas cuantas cabras, ovejas y camellos.
Todo muy precario, todo muy raro, el creador de los cielos y la tierra naciendo en uno de los miles de millones de planetas que creo, en la más absoluta pobreza y necesidad con dos jóvenes como padres, que juntos tal vez no llegaban a los cuarenta años.
Y todo este acontecimiento que cambio el rumbo de la historia narrada nada más que en 28 cortos versículos que no dan más que una sola página de toda la Biblia, tal vez porque el énfasis de la Biblia no está tanto en el nacimiento de este niño, sino en su muerte, es más, así como la Palabra de Dios solo dedica poco menos que una página a su nacimiento, dedica 1/3 parte de cómo aconteció su muerte”.
OS SINAIS E MARAVILHAS NA HISTÓRIA DA IGREJA Parte I
Ainda que uma simples amostra, o seguinte material documenta os sinais e maravilhas em toda a história da igreja. Para esta análise a história da igreja foi separada em quatro etapas: Patrística, Medieval, Reforma Moderna e o século XX.
1- A ERA PATRÍSTICA (100 – 600 D.C)
a. Justino Mártir (100-165)
Justino Mártir foi um apologista cristão que havia estudado todas as grandes filosofias da sua época. Em sua “Segunda apologia” (cerca de 153), Justino, ao falar sobre os nomes, o significado, e o poder de Deus e de Cristo, escreve o seguinte com relação ao exorcismo e às curas:
Pois inúmeros endemoninhados em todo o mundo, e na sua cidade, muitos dos nossos homens cristãos, exorcizando-os em nome de Jesus Cristo, têm curado e curam de fato, despojando-os e expulsando os demônios que os possuíam, muito embora não pudessem ser curados por todos os outros exorcistas, e
os que usavam de encantamento e drogas (1).
NO TODO LO QUE BRILLA ES ORO
Hace unos días me encontré con un viejo amigo ministerial, a quien que tenía años de no verlo. Mientras lo saludaba y le preguntaba como estaba la iglesia que pastoreaba; lágrimas comenzaron a salir de sus ojos. Entonces consideré que algo andaba mal. Por lo que lo invité a un lugar más prudente para conversar. Al principio estaba un poco desconfiado de compartirme su situación. Pero al final, me comunicó los motivos de su tristeza y dolor. (Estas actitudes son comunes entre los ministro de hoy, la falta de relaciones ha permitido que muchos sufran en silencio).
Este buen hombre de Dios en su afán de extender su ministerio a otras latitudes; empezó a ofrecer coberturas ministeriales. En seguida las respuestas no se dejaron esperar, y comenzaron a visitarlos muchas ovejas resentidas de otras iglesias, algunos lideres que ministraban departamentos en sus iglesias, pero con ambiciones personales, y algunos pastores que estaban sin respaldo de una organización. Sus sueños de ser el pastor de la organización más grande de la ciudad estaban empezando a cumplirse.
Mientras seguía compartiéndome su situación, entendí que su estado era de una gran frustración ministerial. Le solicite más detalles y me contó lo siguiente: sabes, Teófilo, hoy me arrepiento de haberme apresurado a tener personas a mí alrededor que no fueron sinceras. Yo le pregunté ¿que había pasado? El me dijo: las personas y los pastores que apoyé, brindándoles mi paternidad, hoy me han pagado mal. Algunos me abandonaron, otros me traicionaron, y una pareja casi me divide la iglesia.







